Programa de Certificação da APIMEC Brasil
Manual de Candidatura do Profissional de Investimento
CNPI - Certificado Nacional do Profissional de Investimento
Atenção: a APIMEC Brasil disponibiliza como suporte para estudo para a realização de suas certificações, somente os conteúdos programáticos e bibliografias indicativas disponibilizadas no Manual de Candidatura (https://certpessoas.fgv.br/apimec/ >> Manual de Candidatura >> CNPI/Reciclagem).
A APIMEC Brasil não oferece nenhum tipo de curso preparatório ou material didático (livros, apostilas, simulados ou qualquer outro tipo de material) para as certificações aplicadas e tampouco credencia instituições para fazê-lo.
Credenciamento de Analista de Valores Mobiliários
1.
O que é?
O CNPI - Certificado Nacional do Profissional de Investimento é o certificado
que visa comprovar a qualificação técnica necessária
dos profissionais que atuam nos mercados financeiro e de capitais no Brasil.
A certificação está dividida em três categorias:
Para obtenção da certificação o profissional deve ser aprovado nos seguintes exames:
O profissional aprovado no CB e CG1 será certificado com o CNPI (certificado destinado aos profissionais que irão exercer somente a atividade de análise fundamentalista).
O profissional aprovado no CB e CT1 será certificado com o CNPI-T (certificado destinado aos profissionais que irão exercer somente a atividade de análise técnica).
O profissional aprovado no CB, no CG1 e no CT1 será certificado com o CNPI-P (certificado destinado aos profissionais que irão exercer a atividade de análise fundamentalista e/ou técnica).
O profissional já certificado CNPI ou CNPI-T poderá se tornar CNPI-P realizando somente o exame que completa a certificação Plena.
Os profissionais certificados por meio dos exames CB e CG1 realizados até 14/10/2009 não estão obrigados a fazer o exame CT1 para exercer a atividade de análise técnica.
2.
Qual a relação do CNPI com o credenciamento na APIMEC Brasil?
O certificado CNPI é exigido para os profissionais que necessitam do
credenciamento da APIMEC Brasil para exercer a atividade
de Análise de Valores Mobiliários, conforme estabelecido na Resolução
CVM nº 20.
3.
Quem organiza e fiscaliza o processo de certificação e os profissionais
certificados/credenciados?
No Brasil o programa de certificação é organizado e fiscalizado
pela APIMEC Brasil e fiscalizado pela APIMEC Brasil. Os exames são aplicados
por meio da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
4.
Quem julga conforme as penalidades previstas no Código de Conduta da
APIMEC Brasil?
A apuração de eventuais descumprimentos ao Código, julgamento
e aplicação de penalidades seguirão o disposto no Código
dos Processos da APIMEC Brasil.
5.
Por que obter o certificado CNPI, CNPI-T OU CNPI-P?
A certificação e credenciamento do analista de valores mobiliários
pessoa natural são obrigatórios para o exercício da função,
como dispõe a Resolução CVM nº20. Além disso,
a importância da certificação decorre do papel preponderante
que os profissionais têm nos processos de decisão de investimentos.
Sendo assim, torna-se necessário certificar sua capacidade técnica
assegurar que estão submetidos a um Código de Conduta Profissional
que ofereça salvaguardas aos investidores de que suas recomendações/orientações/operações
estão sendo feitas de maneira totalmente isenta de quaisquer tipos de
interesses pessoais.
A APIMEC, nos seus mais de 50 anos de atuação, conquistou o reconhecimento e o respeito dos mercados nacional e internacional, inclusive dos órgãos oficiais de controle dos mercados financeiro e de capitais, contribuindo para a evolução e o aprimoramento do mercado brasileiro.
6.
A quem se destina o CNPI, CNPI-T OU CNPI-P?
A todos os profissionais com nível superior completo, em nível
de graduação (bacharelado, licenciatura ou tecnólogo),
em qualquer área e com interesse em desenvolver-se no mercado financeiro
e/ou de capitais.
7.
Quem é responsável pelos exames?
A APIMEC Brasil é responsável pela elaboração do
conteúdo programático e das questões dos exames, ficando
a cargo da FGV a aplicação dos exames.
8.
Como são os exames?
Os exames são oferecidos, em geral em tempo contínuo, e são
realizados nos Centros de Testes da FGV, distribuídos em praticamente
todo território nacional.
(a)
CB - Conteúdo Brasileiro - fase comum para o analista fundamentalista,
técnico e pleno
Uma prova de uma hora e cinquenta minutos de duração com 60 (sessenta)
questões de múltipla escolha contendo as seguintes matérias:
(b)
CG1 - Conteúdo Global 1(*) - fase para o analista fundamentalista
Uma prova de uma hora e cinquenta minutos de duração com 60 (sessenta)
questões de múltipla escolha contendo as seguintes matérias:
(c)
CT1 - Conteúdo Técnico 1 - fase para o analista técnico
Uma prova de uma hora e cinquenta minutos de duração com 60 (sessenta)
questões de múltipla escolha contendo as seguintes matérias:
O profissional aprovado no CB, CG1 e CT1 será pleno.
(*)
anexo da Resolução CVM nº20/2021, serão aceitos os
seguintes exames na aferição da qualificação dos
candidatos: Chartered Financial Analyst - CFA, níveis I e II, organizado
pelo CFA Institute e Series 86, organizado pela Financial Industry Regulatory
Authority.
O candidato que comprovar aprovação no CFA, níveis I e II ou no Series 86 poderá solicitar a dispensa do exame CG1 e realizar somente o exame CB. Para solicitar a dispensa o candidato deverá enviar à APIMEC Brasil a tradução juramentada do documento que comprova a aprovação no respectivo exame.
9.
Qual o critério de aprovação de cada exame?
Serão aprovados no exame CB - Conteúdo Brasileiro os candidatos
que responderem corretamente 40 (quarenta) questões.
Serão aprovados no exame CG1 - Conteúdo Global 1 os candidatos que responderem corretamente 40 (quarenta) questões, sendo que em cada módulo há uma exigência de acerto de pelo menos 50%, sendo afastada a hipótese de aprovação parcial nesta ou naquela matéria.
Serão aprovados no exame CT1 - Conteúdo Técnico 1 os candidatos que responderem corretamente 40 (quarenta) questões.
O resultado do exame será divulgado em 2 (duas) etapas:
Resultado
provisório: será disponibilizado ao término do exame
e poderá ser alterado até a data da divulgação do
Resultado definitivo.
Resultado definitivo: será publicado no site https://certpessoas.fgv.br/apimec/ em até 5 (cinco) dias úteis após a realização do exame juntamente com o índice de aproveitamento do candidato.
10.
Como realizar a inscrição?
O candidato poderá inscrever-se separadamente em qualquer dos exames
pelo site https://certpessoas.fgv.br/apimec/.
O candidato terá o prazo de 12 (doze) meses, contados da data da realização
do primeiro exame em que foi aprovado, para ser aprovado no outro exame. A perda
deste prazo implicará em nova inscrição e aprovação
nos exames.
Caso o candidato seja reprovado no primeiro exame realizado não haverá contagem de prazo e uma nova inscrição poderá ser realizada imediatamente após a publicação do resultado definitivo.
Cada
inscrição feita pelo candidato implicará no pagamento da
respectiva taxa de inscrição vigente.
A
taxa de inscrição não será devolvida em hipótese
alguma.
Não
será aceito pedido de isenção de pagamento do valor da
inscrição, seja qual for o motivo alegado.
O
candidato deverá efetuar o pagamento da respectiva taxa de inscrição
por meio de boleto bancário, emitido de acordo com as instruções
do site.
O
candidato terá o prazo de 10 (dez) dias, contados da data da inscrição,
para emitir o boleto. Caso o boleto não seja emitido, a inscrição
será cancelada.
O
prazo de vencimento do boleto é de 15 (quinze) dias contados da data
da emissão. Caso o candidato não pague o boleto no vencimento,
somente poderá emitir um novo boleto 5 (cinco) dias após a data
de vencimento do boleto anterior. Se o novo boleto não for pago no vencimento
a inscrição será cancelada.
Uma
vez efetuado o pagamento da taxa de inscrição e confirmada a compensação
(até 3 (três) dias úteis seguintes à data do pagamento),
o candidato terá o prazo de 30 (trinta) dias para agendar a data do exame
escolhido.
Caso
o agendamento não seja feito no prazo estipulado, o valor pago não
será ressarcido e o candidato deverá realizar nova inscrição.
Atenção:
havendo disponibilidade, o candidato poderá optar pelo agendamento
de mais de um exame para a mesma data, entretanto deverá escolher horários
distintos para a realização de cada exame.
Ao solicitar um agendamento cuja data do exame esteja a 7 (sete) dias além da data de solicitação, o seu agendamento encontra-se com status "Agendamento Solicitado". Nesta situação o candidato poderá cancelar o "Agendamento Solicitado" até 2 (duas) vezes. Quando faltar apenas 7 (sete) dias para a realização do exame, o candidato receberá um e-mail informando que o agendamento entrou no status "Agendamento Confirmado" e, a partir daí, não será mais possível realizar o cancelamento.
Exemplo:
se no dia 01/10/2009 o candidato solicitar um agendamento para o dia 20/10/2009,
este agendamento estará com status "Agendamento Solicitado"
até o dia 12/10/2009 (7 dias corridos que antecedem a data agendada)
e o candidato poderá cancelá-lo até essa data sem necessidade
de justificativa.
A
partir do dia 13/10/2009 este agendamento estará com status "Agendamento
Confirmado", não sendo mais possível realizar o cancelamento.
O candidato que cancelar um "Agendamento Solicitado" deverá realizar novo agendamento no prazo de 30 (trinta) dias contados da data do cancelamento.
Caso
o novo agendamento não seja realizado no prazo estipulado, a inscrição
será cancelada.
Os
agendamentos com status "Solicitado" ou "Confirmado" poderão
ser cancelados a qualquer tempo pela FGV caso ocorra qualquer imprevisto que
impossibilite a aplicação do exame no Centro de Teste escolhido.
A FGV, por meio do Sistema de Certificação APIMEC/FGV, enviará
uma notificação eletrônica informando ao candidato o cancelamento
do agendamento.
O
candidato estará apto a realizar novo agendamento no prazo de 30 (trinta)
dias contados da data do cancelamento, lembrando que o cancelamento realizado
pela FGV não afeta o limite de 2 (dois) cancelamentos permitidos ao candidato.
Caso o novo agendamento não seja feito no prazo estipulado, a inscrição
será cancelada.
Obs.:
O prazo mínimo de antecedência para agendamento é de 7 (sete)
dias, ou seja, se o sistema for acessado no dia 01/10/2009, o primeiro dia disponível
para agendamento do exame será 09/10/2009. O calendário mostrará
60 (sessenta) dias à frente a partir do dia 09/10/2009.
O candidato portador de necessidade especial especificará a necessidade no ato da inscrição.
11.
Recomendações para realização do exame presencial.
Recomenda-se que o candidato, um dia antes da data do exame, faça o login
no Sistema de Certificação APIMEC/FGV e confirme o local do exame
pelo menu "Agendamento".
Recomenda-se que o candidato
se apresente no Centro de Teste escolhido com 30 (trinta) minutos de antecedência.
O
candidato deverá levar documento oficial e original com foto e a senha
utilizada para acessar o sistema de agendamento, ela será utilizada para
abrir a prova juntamente com o número do CPF. O candidato que não
souber a senha e não levar o documento requerido não poderá
realizar a prova.
Não
será permitido o acesso sem camisa ou trajando bermuda, short, saia curta
ou chinelos. Candidatos que possuem porte de arma devem comparecer desarmados
no local da prova. O candidato que insistir em apresentar-se armado terá
a entrada impedida.
A
exigência é feita com base na segurança e tranquilidade
de todos os candidatos.
Será
permitido o uso de calculadora não alfanumérica (HP12C por exemplo).
Não é necessário levar caneta, lápis ou borracha.
O candidato receberá folha de rascunho e lápis, caso seja necessário.
Ao terminar o exame, as folhas de rascunho, utilizadas ou não, deverão
ser devolvidas ao fiscal.
Durante
a realização da prova não será permitida nenhuma
espécie de consulta, empréstimo de material ou uso de qualquer
tipo de equipamento eletrônico de comunicação (agendas eletrônicas,
relógios digitais, telefones celulares, receptores, gravadores, notebooks,
tablets e outros equipamentos similares), bem como protetores auriculares. O
candidato não poderá ausentar-se da sala de prova sem autorização
e acompanhamento do fiscal.
12.
Recomendações para realização do exame online.
Para que o candidato possa optar pela modalidade de exame "em casa"
requisitos mínimos deverão ser observados:
Atenção:
antes de começar a prova não se esqueça de ativar o som
do seu computador para que possa ouvir a voz do fiscal.
Após
o pagamento da inscrição, o candidato deverá acessar a
plataforma digital da FGV para solicitar o agendamento do exame, no prazo de
60 (sessenta) dias corridos, a contar data de homologação do pagamento
da inscrição.
O
candidato receberá no e-mail de confirmação de agendamento,
enviado 7 (sete) dias antes da data do exame, o link para o download da plataforma
para realização da prova online. A instalação
deve ser feita, obrigatoriamente, com pelo menos 2 (dois) dias úteis
de antecedência. Após a instalação, o candidato
deverá entrar, obrigatoriamente, na plataforma com seu identificador
(CPF) e senha, fazer a ativação e testar os dispositivos.
Se
houver qualquer impedimento de acesso à plataforma, neste mesmo e-mail
o candidato receberá o link do suporte em tempo real, acesse este link
dentro do horário de atendimento e fale com um dos atendentes.
Sobre
a identificação pelo fiscal
No
dia da prova, o candidato deverá acessar a plataforma 30 minutos antes
da realização, munido de documento de identificação
com foto.
Só poderá realizar a prova, o candidato que apresentar os
seguintes documentos de identificação: Cédula de Identidade
(RG) ou Registro de Identificação Civil (RIC), Carteira de Órgão
ou Conselho de Classe, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS),
Certificado Militar, Carteira Nacional de Habilitação expedida
nos termos da Lei Federal nº 9.503/97, Passaporte, Carteiras de Identidade
expedidas pelas Forças Armadas, Polícias Militares e Corpos de
Bombeiros Militares, Registro Nacional de Estrangeiro - RNE.
É essencial a existência, no documento, de foto recente, capaz
de identificar o candidato com sua aparência atual.
A identificação será feita pelo fiscal da prova de forma
online, minutos antes do início do exame.
Sobre
atrasos e dificuldades no acesso da plataforma:
Não será admitido o acesso à plataforma de exame após
o horário estabelecido para o seu início.
Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado para
justificar o atraso ou a ausência do candidato.
Se
houver qualquer dificuldade com a plataforma para a realização
do exame, o contato com o chat online deverá ser feito até o horário
do exame agendado. Caso contrário o candidato será considerado
ausente de prova.
O
candidato que não conseguir realizar o exame por problemas técnicos
após 3 (três) tentativas de agendamentos, terá a sua inscrição
transferida para o exame presencial;
Sobre
a fiscalização do ambiente:
Antes de começar a prova, o fiscal solicitará que você exiba
o seu ambiente, em detalhes, para confirmar que a prova poderá ser aplicada.
Observe as regras abaixo.
Caso o ambiente do candidato possua um segundo monitor ou televisor atrás
do notebook, a prova só poderá ser aplicada se esses dispositivos
estiverem cobertos ou desligados e visíveis para o fiscal.
Não será permitida a permanência de terceiros na sala onde
será realizado o exame de certificação, caso uma segunda
pessoa apareça durante a prova, mesmo que apenas passando pelo ambiente,
a prova será automaticamente cancelada;
Não serão permitidos:
Atenção:
todas as regras aqui apresentadas deverão ser cumpridas até
o desligamento completo da plataforma, caso contrário a prova será
cancelada e o candidato eliminado.
Sobre
a prova:
Antes de iniciar o exame, o candidato declara ter ciência e concorda com
as regras estabelecidas nos documentos oficiais que norteiam o processo de Certificação
ao qual se candidatou, como Editais, Regulamentos, Códigos e Manuais
de Candidatura, disponibilizados nos sites da APIMEC e da FGV;
Ao iniciar o exame, verifique sua duração especificada no relógio,
no canto superior direito do seu monitor;
Durante a realização do exame, será disponibilizado dentro
da plataforma uma calculadora HP12C e um bloco de notas para utilizar como rascunho.
Durante a realização do exame, o candidato será monitorado
através da sua câmera e do seu microfone. O conteúdo da
gravação será utilizado como instrumento de controle, assim
como para dirimir qualquer dúvida sobre cumprimento das regras aqui apresentadas.
Caso seja identificado qualquer descumprimento das regras estabelecidas para
a realização do exame, mesmo após a sua conclusão,
ele será cancelado e o candidato eliminado.
13.
Justificação de Ausência
O candidato faltoso poderá apresentar recurso de sua falta após
login no site de inscrições (https://certpessoas.fgv.br/apimec/)
, por meio do menu Justificativa, no prazo de até 5 (cinco) dias corridos,
a partir da data em que seria realizado o seu exame.
No
recurso, o candidato deverá apresentar justificativa para o não
comparecimento e anexar documentação comprobatória. São
consideradas justificativas aceitáveis para o deferimento do recurso:
Não
será aceito atestado para consulta ou exame médico de rotina,
ou atestado de acompanhamento de outra pessoa que não o candidato.
Em
caso de deferimento do recurso por não comparecimento ao local do exame,
o candidato deverá agendar outra data para a realização
do exame.
Em
caso de indeferimento ou não apresentação de recurso, o
valor da taxa de inscrição paga não será restituído
e o candidato poderá realizar uma nova inscrição mediante
a pagamento de uma nova taxa.
14.
O candidato poderá interpor recurso?
Durante a realização do exame, caso esteja em desacordo com o
conteúdo de alguma questão e/ou alternativa de resposta, o candidato
poderá registrar seu questionamento/recurso ao término do exame.
A resposta do recurso será disponibilizada no sistema onde realizou o
agendamento da prova em até 30 (trinta) dias. Caso tenha dúvidas
sobre a utilização deste recurso, peça orientação
ao fiscal.
Não será analisado o Recurso que não apresente justificativa,
extemporâneo, que esteja em desacordo com as especificações
contidas neste Manual, sem fundamentação e/ou inconsistente, incoerente
ou que desrespeite a Banca Examinadora. Também não será
aceito recurso interposto por outro meio que não seja o especificado
neste Manual.
Sobre
direitos autorais:
O candidato reconhece que todos os dados, questões, know-how, conteúdos
desenvolvidos, apresentados, sistematizados, customizados, e/ou disponibilizado
pela APIMEC e pela FGV, pertencem exclusivamente à APIMEC, sendo vedado
ao candidato a veiculação, divulgação e utilização
dos referidos dados, sem a expressa autorização, por escrito,
da APIMEC.
O candidato que durante a realização da prova, utilizar de meios
para copiar, gravar ou extrair o conteúdo da prova para quaisquer fins,
comete CRIME de violação de direitos autorais e conexos, tipificado
no artigo 184 e seus respectivos parágrafos, do Decreto - Lei nº
2.848, de 07 de dezembro de 1940.
Sobre
eliminação:
Serão eliminados os candidatos que utilizarem meios considerados ilícitos
para execução do exame, que não cumprirem as normas previstas
neste Manual ou ainda, não seguirem as instruções apresentadas
pelo fiscal;
O não cumprimento destas regras torna o candidato passível de
eliminação do processo de Certificação.
15.
Como solicitar o certificado CNPI, CNPI-T OU CNPI-P?
Por meio da plataforma https://sistemas.apimecbrasil.com.br o candidato aprovado
deverá:
Após a publicação
na relação de profissionais (www.apimecbrasil.com.br/
>> Certificação) ou na relação de analistas
(www.apimecbrasil.com.br/
>> Autorregulação) o Certificado CNPI estará à
disposição para download em https://sistemas.apimecbrasil.com.br
>> Profissional >> Baixar Certificado.
(*)
Bacharelado, licenciatura ou tecnólogo.
Cursos sequenciais (de formação específica) são
de nível superior, mas não têm caráter de graduação,
portanto não serão aceitos.
(**)
Candidatos com solicitação de dispensa do CG1.
Atenção:
após a aprovação nos exames, os interessados têm
o prazo de 01 (um) ano para requerer o seu certificado CNPI (envio dos documentos
e pagamento da taxa anual de emissão de certificado). A perda deste prazo
implicará em nova inscrição e aprovação nos
exames.
16. Como realizar o processo de Renovação
do certificado CNPI, CNPI-T OU CNPI-P?
Anualmente, por meio do Portal https://.sistemas.apimecbrasil.com.br o profissional
de investimento certificado e não credenciado deverá:
O profissional que não realizar o processo de Renovação no prazo ficará com status "pendente" e impedido de fazer uso da identificação com a sigla CNPI até que a Renovação seja regularizada.
Atenção: a Renovação é cumulativa ficando o profissional obrigado a todas as anteriores para regularização.
17.
Programa de Educação Continuada da APIMEC Brasil - Pec
O Programa de Educação Continuada da APIMEC - Pec tem como fundamentos
norteadores estimular e induzir o aprimoramento do capital intelectual dos profissionais
certificados e dos analistas de valores mobiliários.
As
certificações CNPI, CNPI-T ou CNPI-P têm validade de 5 (cinco)
anos contados da data da solicitação, portanto o processo de verificação
da Educação Continuada deve começar antes do prazo de validade
e não a partir desse prazo.
Antes
do vencimento da certificação, o profissional certificado ou analista
credenciado deverá optar entre as duas modalidades de Educação
Continuada:
A - Aprovação em Exame de Reciclagem:
Provas contendo 36 (trinta e seis) questões de múltipla escolha, com uma hora e cinquenta minutos de duração. A aprovação requer acerto de 24 (vinte e quatro) questões.
Prova
contendo 60 (sessenta) questões de múltipla escolha, com uma hora
e cinquenta minutos de duração. A aprovação requer
acerto de 40 (quarenta) questões.
B-
Comprovação de participação em cursos, seminários
ou outras atividades que representem, no mínimo, 40 (quarenta) créditos
de dedicação a sua atualização profissional.
O regulamento do PEC se encontra
no portal APIMEC Brasil (www.apimecbrasil.com.br/
>> Certificação >> Pec CNPI).
18.
É necessário ser associado da APIMEC Brasil para obter o certificado
CNPI, CNPI-T OU CNPI-P?
Não. Qualquer candidato aprovado nos exames descritos no item 1 (um)
deste Manual e com nível superior completo, em nível de graduação
(bacharelado, licenciatura ou tecnólogo), está apto a solicitar
a certificação. No entanto os associados da APIMEC Brasil têm
direito a descontos especiais, na inscrição para os exames e na
taxa anual de atualização cadastral.
19.
Quais as vantagens em ser associado da APIMEC Brasil?
Além das atividades próprias: cursos, seminários, reuniões
com empresas, acompanhamento de temas do interesse do mercado em geral e outros
eventos gratuitos, ou a preços inferiores do que para outros interessados;
o associado terá descontos especiais na compra das apostilas, na taxa
anual de atualização cadastral de renovação dos
certificados e na inscrição nos exames de certificação.
|
Programa
|
Bibliografia
meramente indicativa
|
|
I)
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
|
|
| 1- Órgãos de Regulação e Fiscalização - Principais Atribuições | |
| 1.1-
Conceitos básicos do Sistema Financeiro Internacional e Nacional. 1.2- Conselho Monetário Nacional - CMN, Banco Central do Brasil - Bacen, Comissão de Valores Mobiliários - CVM, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e Conselho de Recursos do SFN. 1.3- Participantes: bancos comerciais, múltiplos, de investimento e de desenvolvimento, cooperativas e sociedades de crédito imobiliário, companhias hipotecárias, corretoras, distribuidoras e sociedades de arrendamento mercantil (leasing). |
Lei
nº 4.595/1964 (SFN)e atualizações. Lei 4.728/1965 (mercado de capitais) e atualizações. Lei nº 6.385/1976(CVM) e atualizações. ASSAF, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo:11ª.ed. Atlas, 2013. Casagrande, Rossi e Sousa - Abertura de Capital de Empresas no Brasil, São Paulo: Atlas, 4a. ed.,2010. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços. Rio de Janeiro:Qualitymark,19ª.ed. 2013. PINHEIRO, Juliano - Mercado de capitais: fundamentos e técnicas - 7ª ed., São Paulo: Atlas, 2014. www.bcb.gov.br www.cvm.gov.br www.bndes.gov.br |
| 2- Clearings e Sistemas | |
| 2.1-
Desenho do novo SPB: conceitos. 2.2- Clearings |
FORTUNA,
Eduardo (2013). www.bcb.gov.br www.febraban.com.br |
|
II)
MERCADO DE CAPITAIS
|
|
| 1-
Conceitos Básicos de Finanças Corporativas (risco, retorno, teoria do portfólio, beta, CAPM, APM, análise das demonstrações financeiras, etc.) |
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 7ª ed., São Paulo: Atlas, 2014. |
| 2- Bolsas e Mercado de Balcão Organizado | |
| 2.1-
B3: ativos negociados e características. 2.2- Operações em Bolsa: margem, garantias, liquidação financeira, taxas de corretagem, custódia, entrega de ativos, emolumentos. 2.3- Tipos de operação: day trade, compra e venda. 2.4- Índices de Ações: IBOVESPA, IBrX e FGV-100.Índices Setoriais. |
CMN.
Resolução 2690/2000 (bolsas de valores) e suas alterações CVM. Resolução 135/22. Cavalcante, F e Misumi, J.Y. - Mercado de Capitais - 7ª.ed., Rio de Janeiro: Campus, 2009. FORTUNA, Eduardo (2013). PINHEIRO, Juliano (2014). http://www.b3.com.br/pt_br/ |
| 3- Ações - Conceitos e Operacionalidade | |
| 3.1-
Ações preferenciais e ordinárias: definição,
direitos e características. Classe de ações. 3.2- Controle e acordo de acionistas. 3.3- RCA, ADR e BDR: definição e características. 3.4- Remuneração do acionista: dividendos, juros sobre capital próprio e bonificação. 3.5- Recompra de ações e direito de retirada. 3.6- Direito dos minoritários de ações ordinárias e preferenciais. 3.7- Tributação para ganho de capital em operações com ações: alíquota, base de cálculo e pagamento - pessoa física e jurídica. Incidência de outros impostos nas operações com ações. |
Lei
nº 6.404/1976 (S/As.) e atualizações. Lei 9.250/1995 (IR da PF- isenção ganho capital na RV). CVM, Resolução 160/22. ASSAF, Alexandre (2013). Casagrande, Rossi e Sousa (2010). FORTUNA, Eduardo (2013). LEMES Jr.; Antonio B.; RIGO, Cláudio M; e CHEROBIN, Ana Paula M.S. - Administração Financeira: Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras - Ed. Campus. PINHEIRO, Juliano (2014). www.cvm.gov.br http://www.b3.com.br/pt_br/ |
| 4 - Debêntures e Notas Promissórias | |
| 4.1-
Definição, características e garantias. 4.2- Tipos de debêntures: simples, conversíveis. Sistema Nacional de Debêntures - SND: funções. 4.3- Negociação com debêntures e notas promissórias. 4.4- Agente fiduciário e assembleia de debenturistas. 4.5- Bônus de subscrição: definição e características. Diluição e preferência. 4.6- Tributação em operações com debêntures, notas promissórias ou bônus de subscrição: alíquota, base de cálculo e pagamento. Incidência de outros impostos nas operações com debêntures. |
Lei
nº 6.404/1976. www.cvm.gov.br http://www.b3.com.br/pt_br/ ASSAF, Alexandre (2013). FORTUNA, Eduardo (2013). LEMES Jr.; Antonio B.; RIGO, Cláudio M; e CHEROBIN, Ana Paula M.S. - Administração Financeira: Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras - Ed. Campus. |
| 5 - Regulamentação Societária | |
| 5.1-
Companhias abertas e fechadas. Divulgação de informações
ao mercado. 5.2- Abertura de capital. Registro na CVM e divulgação de informações. Registro para negociação em Bolsa 5.3- Oferta públicas: distribuição primária e secundária de valores mobiliários. IPO. 5.4- Papel do coordenador da oferta e demais instituições envolvidas: obrigações, análise, tratamento das informações e responsabilidades. 5.5- Tipos de oferta: firme e melhores esforços. Sistemas de oferta: bookbuilding, leilão, rateio. 5.6- Fechamento de capital e oferta de compra de compra ações (OPA) 5.7- Recuperação Judicial: definição e implicações para a empresa. Preferência dos credores e acionistas. |
Lei
nº 6.404/1976. Lei nº 6.385/1976. Leis 9.492/1995 (tributação das companhias). Lei 11.101/2005 (recuperação judicial de companhias). CVM, Resolução 85/22, Resolução 160/22 e Resolução 80/22. FORTUNA, Eduardo (2013). LEMES Jr.; Antonio B.; RIGO, Cláudio M; e CHEROBIN, Ana Paula M.S. - Administração Financeira: Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras - Ed. Campus. www.cvm.gov.br http://www.b3.com.br/pt_br/ |
| 6 - Rating | |
| 6.1-
Conceitos. 6.2- Agências de rating e suas funções. 6.3- Tipos de rating: soberano, corporativo, operações estruturadas. |
CAOUETTE, Jonh B.; Narayanan, Paul I. e Altman, Edward I. - Gestão de Risco de Crédito - Ed. Qualitymark. |
| 7- Fundos de Investimento | |
| 7.1-
Conceitos e Tipos de fundos 7.2- Administração de Recursos de Terceiros |
CVM,
Resolução 175/22. CVM, Resolução 60/21. CVM, Resolução 21/21. |
|
III)
MERCADO DE RENDA FIXA
|
|
| 1 - Matemática Financeira da Renda Fixa | |
| 1.1-
Regimes de Capitalização: contínua e descontínua. 1.2- Juros simples versus juros compostos: valor futuro e valor atual. 1.3- Taxas proporcionais e taxas equivalentes. 1.4- Taxa nominal e taxa real. 1.5- Anuidades. 1.6- Taxa interna de retorno e comparação com valor presente. |
FARO,
Clovis de - Princípios e Aplicações de Cálculo
Financeiro - Ed. LTC. JUER, Milton - Praticando e Aplicando Matemática Financeira - Ed. Qualitymark. ROSS, S.A.; Westerfield, R.W. e Jaffe, J.F. -Administração Financeira - Ed. Atlas. |
| 2 - Estatística Básica | |
| 2.1-
Medidas de retorno: média aritmética e geométrica. 2.2- Medidas de dispersão: desvio padrão e variância. 2.3- Cálculo da correlação e covariância. |
LEVINE,
David M.; Berenson, Mark L.; Stephan, David. Resumindo e descrevendo dados
numéricos. Estatística: teoria e aplicações.
Rio de Janeiro: LTC. ZENTIGRAF, Roberto. Estatística objetiva. Rio de Janeiro: ZTG. |
| 3 - Títulos de Renda Fixa | |
| 3.1-
Títulos Públicos: características, mercados primário
(leilões) e secundário. 3.2- Canais de Distribuição e Tesouro Direto. 3.3- Títulos Privados: CBD, LC, LH: características e cálculo da rentabilidade. 3.4- Carregamento Diário. 3.5- Marcação a mercado: metodologia e curva do papel. 3.6- Precificação de títulos. 3.7- Estrutura a termo. 3.8- Noções de Duration. 3.9- Tributação. |
ASSAF,
Alexandre (2013). FARIA, Rogério Gomes de Mercado financeiro: instrumento e operações. São Paulo: Prentice Hall. FORTUNA, Eduardo (2013). |
|
IV)
MERCADO DE DERIVATIVOS
|
|
| 1 - Aspectos Gerais Sobre a Negociação no Mercado de Derivativos | MARINS,
A. Vol. 1. - download em http://www.derivativoserisco.com.br/ HULL, J. Opções, Futuros e Outros Derivativos 9ª Edição, 2016. Capítulo 1 - Introdução. |
| 2 - Função Econômica Conceituação do Mercado Derivativo | MARINS, A. Vol. 1. Capítulo 1 - Seções 1.6 e 1.7.- download em http://www.derivativoserisco.com.br/ |
| 3 - Definições dos Principais Contratos Negociados | |
| 3.1-
Contratos a Termo. 3.2- Contratos a Futuro. 3.3- Contratos de Opções. 3.4- Contratos de Swaps. 3.5- Derivativos de Derivativos. |
MARINS,
A. Vol. 1. Capítulo 1 - Seção 1.1.- download em http://www.derivativoserisco.com.br/ HULL, J. Opções, Futuros e Outros Derivativos 9ª Edição, 2016. Capítulo 1 Seções 1.3 a 1.5. |
| 4 - Participantes dos Mercados | |
| 4.1-
Hedgers. 4.2- Especuladores. 4.3- Arbitradores. 4.4- Captadores/Aplicadores de Recursos (Operações de Tesouraria). 4.5- Market Makers. 4.6- Manipuladores. |
MARINS,
A. Vol. 1. Capítulo 1 - Seções 1.3 e 1.4. - download
em http://www.derivativoserisco.com.br/ HULL, J. Opções, Futuros e Outros Derivativos 9ª Edição, 2016. Capítulo 1 - Seções 1.7 a 1.9. Capítulo 7 - Seção 7.1 |
|
V)
CONCEITOS ECONÔMICOS
|
|
| 1 - Definições de Natureza Econômica | |
| 1.1-
Base Monetária, meios de pagamentos, metas de inflação,
Copom. 1.2- Balanço de pagamentos e regimes cambiais. 1.3- Superávits primário e nominal. 1.4- Dívida interna e externa. 1.5- Indicadores de atividade econômica. 1.6- Contas nacionais. 1.7- Conceitos de Microeconomia e Macroeconomia Básica (oferta, demanda, equilíbrio, concorrência perfeita, concorrência monopolística, oligopólio, monopólio, elasticidade preço e renda, bens substitutos e complementares, externalidades, etc.) |
Decreto
nº 3.088/1999 - Metas de Inflação. ASSAF, Alexandre (2013). FORTUNA, Eduardo (2013). www.bcb.gov.br PINDYCK, Robert S.; RUBINFELD, Daniel L.. Microeconomia. 7ª ed., São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia. Tradução da 6ª Edição Norte-Americana, São Paulo: Saraiva, 2014. |
| 2 - Índices de Preços: IGP-M.IGP-DI, INPC, IPCA, FIPE, IGP-10 e outros | FORTUNA,
Eduardo (2013). www.fgv.ibre www.fipe.com.br www.ibge.com.br |
| 3 - Índices Econômicos: PIB, pela ótica da oferta e da demanda, Produção Industrial e outros | www.ibge.gov.br www.ipea.gov.br |
| 4 - Índices de Referência: CDI, TR, TJLP, PTAX, SELIC e outros | Lei
nº 9.365/1996 (TJLP) e Lei nº 8.177/1991 (TR). www.bcb.gov.br http://www.b3.com.br/pt_br/ www.anbima.com.br |
|
VI)
CONDUTA E RELACIONAMENTO
|
|
| 1 - Princípios Éticos | |
| 1.1-
Código de Conduta. 1.2- Conflitos de interesse. 1.3- Risco de imagem. |
CASET, John - Ética do mercado financeiro,
ed. BM&F. |
| 2 - Relacionamento com clientes, lavagem de dinheiro e uso de informação privilegiada | |
| 2.1-
Manejo e Divulgação informações privilegiadas 2.2- Segregação de atividades. 2.3- Crime de lavagem de dinheiro. 2.4- Relacionamento da instituição com o cliente. |
Leis
nº 9.613/1998 e 10.467/2002 (lavagem de dinheiro). CVM, Resolução 44/21. CMN. Resoluções 2.451/1997 e 2486/1998 (segregação de atividades). CVM, Resolução 30/21. |
| 3 - Regulação e autorregulação do Analista de Valores Mobiliários | |
| 3.1-
A atividade de Analista de Valores Mobiliários 3.2- Normas de conduta, responsabilidades e vedações à Resolução CVM nº 20. 3.3- Fiscalização e Supervisão da atividade |
Lei
nº 6.385/1976. CVM. Resolução CVM nº 20. Código de Conduta da APIMEC Brasil para Analista de Valores Mobiliários. Código dos Processos da APIMEC Brasil. Programa de Educação Continuada da APIMEC Brasil. |
|
VII)
GOVERNANÇA CORPORATIVA E RELAÇÕES COM INVESTIDORES
|
|
| 1 - Governança Corporativa: Conceitos; Segmentos Especiais da B3; Índices IGC e ITAG | IBGC.
Código das Melhores Práticas de GC.5ª ed., São
Paulo, 2015. http://www.b3.com.br/pt_br/ www.cvm.gov.br www.ibgc.org.br |
| 2 - Relação com investidores: princípios e práticas | CODIM.
Caderno de Pronunciamentos. 2012. IBRI. Guia de Relações com Investidores, 2007. MAHONEY, William - Relações com Investidores. Manual do RI. Rio de Janeiro: IMF, 1997. www.ibri.org.br www.codim.com.br |
|
VIII)
INTEGRAÇÃO DE QUESTÕES AMBIENTAIS, SOCIAIS E DE GOVERNANÇA
CORPORATIVA (ASG) À ANÁLISE DE INVESTIMENTOS
|
|
| 1.1
Evolução das questões ASG no ambiente corporativo 1.1.1 Principais desafios socioambientais e de governança 1.1.2 Conceitos de responsabilidade corporativa 1.1.3 Drivers de risco e oportunidades de negócio 1.2 Integração ASG no mercado de investimentos 1.2.1 Os Princípios para o Investimento Responsável 1.2.2 Acordos voluntários e iniciativas da indústria de investimento 1.2.3 Índices de Sustentabilidade 1.2.4 Regulação das questões ASG 1.2.3.1 O Dever Fiduciário e as questões ASG 1.2.3.2 Resoluções e Instruções (Resolução 4.661/2017, 4.327/2014, CVM, Resolução 80/22) 1.2.3.3 Estratégia de Investimento Responsável |
GONZALES,
Roberto. Governança Corporativa: o poder de transformação
das empresas. São Paulo: Editora Trevisan, 2014. NAÇÕES UNIDAS. As perguntas mais frequentes sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). "BUOSI, Maria Eugenia. Integração ESG à análise fundamentalista de ativos in APIMEC & CVM Livro TOP Análise de Investimentos. Brasília: CVM, 2017. AMEC, Código AMEC de Princípios e Deveres dos Investidores Institucionais - Stewardship. São Paulo, 2016. "TCFD. Recommendations of the Task Force on Climate-Related Financial Disclosure. 2017 (pág. V)". - UNEP-FI & UNPRI. Fiduciary Duty on the 21st Century. London: UNPRI, 2015." CVM, Resolução 80/22 / Resolução 4.661/2017 CNM. |
|
Programa
|
Bibliografia
meramente indicativa
|
|
I)
ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE AÇÕES E FINANÇAS
CORPORATIVAS
|
|
| 1 - Modelos de Avaliação de Ações | |
| 1.1
Modelo de dividendo descontado. 1.2 Modelo de crescimento constante (modelo de Gordon). 1.3 Modelo de crescimento de 2 e 3 estágios. 1.4 Definição de fluxo de caixa da firma e fluxo de caixa do acionista. 1.5 Definição de lucro bruto, lucro operacional, LAIR, EBITDA, EBIT. 1.6 Avaliação por múltiplos. 1.7 Múltiplo preço/lucro. 1.8 Múltiplo preço/valor patrimonial. 1.9 Múltiplo preço/vendas. 1.10 Múltiplo valor da firma/EBITDA. 1.11 Taxa de retorno do acionista: utilização do modelo CAPM, prêmio de risco, prêmio de mercado, betas alavancado e desalavancado. 1.12 Custo médio ponderado do capital (WACC). 1.13 Benefício fiscal e efeito da alavancagem. 1.14 Crescimento do fluxo de caixa: ROA e ROC. 1.15 Modelos de fluxo de caixa descontado: utilização do fluxo de caixa da firma e do fluxo de caixa do acionista. 1.16 EVA, MVA e CFROI. |
ROSS,
S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JAFFE, J. F. Administração Financeira.
Atlas. Capítulos 5, 10, 11, 12, 15, 16 e referências. DAMODARAN, A. Avaliação de Investimentos. Capítulos 1 a 16. DAMODARAN, A. A Face Oculta da Avaliação. Capítulos 1 a 10. |
| 2 - Análise das Operações da Empresa | |
| 2.1
Análise do demonstrativo de resultado. 2.2 Análise do ativo e passivo. 2.3 Análise horizontal. 2.4 Análise vertical. |
FERREIRA,
R. Contabilidade Avançada e Intermediária. Capítulos
1 a 22. MARION, J. C. Contabilidade Empresarial. Capítulos 3, 6, 8, 11, 12 a 21. |
| 3 - Análise Setorial | |
| 3.1
Comparação de múltiplos. 3.2 Curva de demanda. 3.3 Elasticidade-preço e elasticidade-renda. 3.4 Retorno de escala, custos fixos e variáveis, custo marginal. 3.5 Oferta de curto e longo prazos. 3.6 Concorrência perfeita, monopólio e oligopólios. 3.7 Discriminação de preços e coalizão. 3.8 Fusões e aquisições. 3.9 Regulação de mercados e legislação antitruste. CADE. |
DAMODARAN,
A. A Face Oculta da Avaliação. Capítulos 8, 9 e 10. STIGLITZ, J. E. Introdução a Microeconomia. Capítulos 4, 5, 6, 7, 8,11, 12,13. |
|
O
LIVRO UTILIZADO NA PROGRAMAÇÃO DE CORPORATE FINANCE É
A EDIÇÃO
DE 2007 EM PORTUGUÊS DO LIVRO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (CORPORATE FINANCE) DE ROSS, WESTERFIELD E JAFFE: DESCRITO DE FORMA SIMPLIFICADA COMO RWJ, CAPÍTULO E PÁGINA. |
|
| 4 - Fundamentos de Finanças Corporativas | |
| 4.1
Objetivos das Finanças Corporativas 4.1.1 Maximização do Valor para os acionistas. 4.1.2 Governança Corporativa. 4.1.2.1 Administradores versus Proprietários. 4.1.2.2 Controle da Firma. |
RWJ.
Capítulo 1. Introdução às Finanças de
Empresas. 1.1 - O que são Finanças de Empresas? Pág. 23-25. 1.2 - Títulos de empresas como direitos condicionados ao valor total da empresa. Pág. 29. 1.3 - A Sociedade por ações. Pág. 30-31. 1.4 - Objetivos da sociedade por ações. Pág. 33-35. 1.5 - Mercados Financeiros. Pág. 36-37. |
| 4.2 Finanças e os Objetivos da Empresa | RWJ. Capítulo 2- Demonstrações Contábeis e Fluxos de Caixa. |
| 4.3 O Papel do Gestor Financeiro | RWJ.
Capítulo 1. Introdução às Finanças de
Empresas. 1.3 - Objetivos da sociedade por ações. 1.4 - Pág. 33-35 |
| 4.4 Princípios do cálculo do valor | |
| 4.4.1
O que é Valor? 4.4.2 O processo de cálculo do Valor. 4.4.3 Criação de Valor para os acionistas. |
RWJ.
Capítulo 3. Mercados Financeiros e Valor Presente Líquido. RJW. Capítulo 4. Valor Presente Líquido |
| 4.5
Fluxo de Caixa Descontado 4.5.1 O que é Fluxo de Caixa? 4.5.2 Conceitos básicos na Análise do Fluxo de Caixa. 4.5.3 Valores de encerramento do Fluxo de Caixa. |
RJW.
Capítulo 4. Valor Presente Líquido. 4.1 - Caso de um único período. Pg. 73 4.2 - Caso de vários períodos. Pg.75-81 4.3 - Períodos de Capitalização. Pg. 81-83 |
| 4.6
Orçamento de Capital 4.6.1 Critérios de Decisão de Investimentos. 4.6.1.1 Regras de Payback. 4.6.1.2 Método de Payback Descontado. 4.6.1.3 Taxa Interna de Retorno - TIR. 4.6.1.4 Valor Presente Líquido - VPL. 4.6.2 Custo de Capital. 4.6.2.1 Custo de Capital Próprio. 4.6.2.2 Custo de Capital de Terceiros. 4.6.2.3 Custo de Capital Médio Ponderado - WACC. 4.6.2.4 Custo de Capital após impostos. 4.6.3 Modelo de Precificação de Ativos - CAPM. 4.6.3.1 Medindo o Beta. 4.6.3.2 Equivalentes de Certeza. 4.6.3.3 Taxa Livre de Risco. 4.6.3.4 Taxas de Desconto Ajustadas ao Risco. 4.6.3.4.1 Linha do Mercado de Capitais - CML. 4.6.3.4.2 Linha do Mercado de Títulos. |
RWJ.
Capítulo 7. Valor Presente Líquido e Orçamento de Capital. RWJ. Capítulo 6. Alguns Critérios Alternativos de investimento. 6.2- Critério do período de payback. Pág. 127-128. 6.3 - Critério do período de payback descontado. Pág. 129. 6.5 - Taxa Interna de retorno TIR. Pág. 131. 6.1 - Por que usar o valor presente líquido? Pág. 126. RWJ. Capítulo 12. Risco, Retorno e Orçamento de Capital. RWJ. Capítulo 10. Retorno e Risco: Modelo de Precificação de Ativos. (CAPM) |
| 5 - Decisões de Financiamento a Longo Prazo | RWJ. Capítulo 14. Financiamento a Longo Prazo: uma Introdução. |
| 5.1
Decisões de Investimento 5.1.1 Orçamento Periódico. 5.1.2 Decisões com base em Projetos. |
RWJ.
Capítulo 7. Valor Presente Líquido e Orçamento de Capital. RWJ. Capítulo 6. Alguns Critérios Alternativos de Investimento. 6.4 - Retorno contábil médio. Pág. 129-131. 6.6 - Problemas com enfoque da TIR. Pág. 132- 140. 6.7 - Índice de rentabilidade. Pág. 140. |
| 5.2
Avaliação de Projetos 5.2.1 Método para Hierarquização de Propostas de Investimentos. 5.2.2 Racionamento de Capital. 5.2.3 Armadilhas mais Comuns (ex. custo afundado, depreciação). |
RWJ.
Capítulo 6. Alguns Critérios Alternativos de Investimento. 6.8 Orçamento de capital na prática. Pág. 141. RWJ. Capítulo 7. Valor Presente Líquido e Orçamento de Capital. |
| 5.3 Liquidação e Reorganização | RWJ.
Capítulo 16. Estruturas de Capital: Limites ao Uso de Capital de
Terceiros. 16.2 - Custos diretos de dificuldades financeiras: custos legais e administrativos de liquidação ou reorganização. |
| 6 - Decisão Financeira a Curto Prazo | RWJ.
Capítulo 27 Administração do Capital de Giro e Planejamento
a Curto Prazo. Pág. 599. |
| 6.1
Financiamento a Curto Prazo 6.1.1 Financiamento Corrente. 6.1.1.1 Necessidade de Capital de Giro. 6.1.1.2 Componentes do Capital de Giro. 6.1.2 Financiamento a curto prazo. 6.1.2.1 Recursos do Financiamento a curto prazo. 3.1.2.2 Modelos de planejamento do financiamento a curto prazo. |
RWJ.
Capítulo 27 Administração do Capital de Giro e Planejamento
a Curto Prazo. Pág. 600 - 612. |
| 6.2
Gestão do Caixa 6.2.1 Gestão do Crédito. 6.2.1.1 Instrumentos de Crédito comercial. 6.2.1.2 Decisões de Crédito. 6.2.2 Gerenciamento do caixa. 6.2.2.1 Modelo do balanceamento de metas do Caixa. 6.2.2.2 Ciclo de conversão em caixa. 6.2.2.3 Investindo o Caixa ocioso. |
RWJ. Capítulo 28. Gestão de Caixa. Pág. 616 - 634. |
| 6.3
Tomando Dinheiro e Emprestando a Curto Prazo 6.3.1 Emprestando a curto prazo. 6.3.1.1 Mercados de moeda. 6.3.1.2 Alternativas aos Mercados de moeda. 6.3.2 Tomando emprestado a curto prazo. 6.3.2.1 Racionamento de Crédito. 6.3.2.2 Empréstimos com e sem garantias. |
RWJ. Capítulo 29. Gestão de Crédito. |
| 7 - Estrutura de Capital e Política de Dividendos | RWJ.
Capítulo 15. Estrutura de Capital: Conceitos Básicos. RWJ. Capítulo 16. Estrutura de Capital: Limites ao uso de Capital de Terceiros. |
| 7.1
A Alavancagem e o Valor da Empresa 7.1.1 A Teoria de Modigliani-Miller. 7.1.1.1 O Teorema da irrelevância. 7.1.1. 2 Custos de transação e a estrutura de capital. 7.1.2 O modelo de custo da falência. 7.1.3 O modelo do custo com gestão profissional. |
RWJ. Capítulo 15. Estrutura de Capital: Conceitos Básicos. Pág. 318 - 339. |
| 7.2
A Política de Dividendos 7.2.1 Tipos de dividendos (dividendos em caixa, dividendos em ações e splits). 7.2.2 Recompra de Ações. 7.2.3 O Teorema da irrelevância. 7.2.4 O efeito da clientela. 7.2.5 O modelo de sinalização. 7.2.6 A Política de dividendos e o Mercado local. |
RWJ. Capítulo 18. A Política de Dividendos: Porque é Relevante. Pág. 399 - 426. |
| 8 - Fusões e Aquisições | |
| 8.1
Tópicos sobre Valuation 8.1.1 Valuation Aplicada. |
RWJ. Capítulo 30. Fusões e Aquisições. Pág. 653 - 664. |
| 8.2
Formas de Aquisição 8.2.1 Take-overs. 8.2.2 Aquisições Autorizadas. 8.2.3 "Creeping take-overs". 8.2.4 Eliminando Direitos Minoritários. |
RWJ. Capítulo 30. Fusões e Aquisições. Pág. 663 - 670. |
| 8.3
Estratégias para o Comprador 8.3.1 Agressiva ou Negociada. 8.3.2 Condicional ou Incondicional. 8.3.3 Timing. 8.3.4 Razões do Comitê Gestor de Investimentos. |
RWJ. Capítulo 30. Fusões e Aquisições. Pág. 673 - 678. |
| 8.4
Estratégias Defensivas 8.4.1 Proativa versus reativa. 8.4.2 Estratégias proativas a longo prazo. 8.4.3 Estratégias proativas a curto prazo. |
RWJ. Capítulo 30. Fusões e Aquisições. Pág. 671 - 673. |
| 9 - Finanças Corporativas Internacionais | |
| 9.1
Orçamento de Capital Internacional para a Empresa Multinacional 9.1.1 Avaliação de projetos estrangeiros. 9.1.2 Análise de Risco político. 9.1.3 Gestão de risco do capital estrangeiro. |
RWJ. Capítulo 32. Finanças Internacionais. Pág. 697 - 712. |
| 9.2
Project Finance e Gestão de Ativos 9.2.1 Títulos com Garantia real. 9.2.2 Leasing. 9.2.3 Avaliação do Projeto. 9.2.4 Avaliação do Emprestador. 9.2.5 Financiamento Sindicalizado. |
|
|
II
- CONTABILIDADE FINANCEIRA E ANÁLISE DE RELATÓRIOS FINANCEIROS
|
|
|
Bibliografia Geral FIPECAFI.
Manual de Contabilidade Societária. 3ª ed. São Paulo:
Atlas, 2018. |
|
| 10 - Demonstrações Contábeis (Financial Statements) |
CPC 26. Disponível no site www.cpc.org.br. FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes. Normas internacionais de Relatório Financeiro (IFRS). São Paulo: IBRACON, última edição. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial (Livro-texto). 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2018 |
| 11 - Elaboração de Relatórios (Financial Reporting Issues) |
FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária. 3.ed. São Paulo:
Atlas, 2018. IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes. Normas internacionais de Relatório Financeiro (IFRS). São Paulo: IBRACON, última edição. HENDRIKSEN e VAN BREDA. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 1999. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial (Livro-texto). 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2018. |
| 12 - Estrutura Conceitual Básica |
CPC 00: Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação
de Relatório Contábil-Financeiro. Disponível no site
www.cpc.org.br. FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes. Normas internacionais de Relatório Financeiro (IFRS). São Paulo: IBRACON, última edição. HENDRIKSEN e VAN BREDA. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 1999. |
| 13 - Demonstração dos fluxos de caixa |
CPC 03. Disponível no site www.cpc.org.br. FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes. Normas internacionais de Relatório Financeiro (IFRS). São Paulo: IBRACON, última edição. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial (Livro-texto). 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2018. |
| 14 - Ativos, Passivo e Patrimônio Líquido (Assets, Liabilities and Shareholders Equity) | |
| 14.1
Ativos. 14.2 Imobilizado. 14.3 Intangíveis. 14.4 Propriedades para Investimento. 14.5 Investimentos em Coligada, Controlada e Empreendimento Controlado em Conjunto 14.6 Estoques. 14.7 Instrumentos Financeiros. 14.8 Recuperabilidade de ativos (impairment of assets). 14.9 Passivo. 14.10 Patrimônio Líquido |
CPCs 01, 04, 06, 08, 16, 18, 19, 25, 27, 28, 29, 32, 38, 39, 40, 46, 47
e 48. Disponíveis no site www.cpc.org.br. FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes. Normas internacionais de Relatório Financeiro (IFRS). São Paulo: IBRACON, última edição. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial (Livro-texto). 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2018. |
| 15 - Conversão das demonstrações contábeis em moeda estrangeira (foreign currency transactions) |
CPC 02. Disponível no site www.cpc.org.br. FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes. Normas internacionais de Relatório Financeiro (IFRS). São Paulo: IBRACON, última edição. |
| 16 - Relatórios contábeis e análise das demonstrações contábeis | |
| 16.1
Lucro vs fluxo de caixa. 16.2 Qualidade dos lucros, gerenciamento do resultado. 16.3 Políticas Contábeis, Estimativas Contábeis e Erros. 16.4 Lucro por ação. |
CPCs 23 e 41. Disponível no site www.cpc.org.br. HENDRIKSEN e VAN BREDA. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 1999. FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial (Livro-texto). 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2018. |
| 17 - Instrumentos analíticos para estimar retornos e riscos | |
| 17.1
Retorno sobre ativos (ROA). 17.2 Retorno sobre capital empregado (ROCE). 17.3 Análise de risco no curto e longo prazo. |
ASSAF, Alexandre. Finanças Corporativas e Valor. 7ª ed. São
Paulo: Atlas, 2014. DAMODARAN, Aswath. Finanças Corporativas: teoria e prática. 2ª ed. Porto Alegre, Bookman, 2004. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial (Livro-texto). 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2018. |
| 18.1
- Questões ASG na Análise Fundamentalista 18.1.1 Identificação das questões ASG mais relevantes 18.1.2 Análise dos impactos sobre os ativos 18.1.2.1 Levantamento de informações ASG 18.1.2.2 Avaliação do impacto sobre as demonstrações financeiras 18.1.2.3 Integração sobre os modelos de valoração e tomada de decisão de investimento |
"TCFD.
Recommendations of the Task Force on Climate-Related Financial Disclosure.
2017 (pág. V)" "IIRC. A estrutura internacional para Relato Integrado. 2014 (pág. 18 e 19)" BUOSI, Maria Eugenia. Integração ESG à análise fundamentalista de ativos in APIMEC & CVM Livro TOP Análise de Investimentos. Brasília: CVM, 2017. |
|
Programa
|
Bibliografia
meramente indicativa
|
| 1 - Fundamentos da Análise Técnica | |
| 1.1
Principais premissas 1.2 Diferenças conceituais entre a Análise Técnica e a Análise Fundamentalista 1.3 Tipos de gráficos: Linha, Barras, Candlestick, Ponto e Figura 1.4 Escalas Aritmética e Logarítimica 1.5 Períodos gráficos 1.6 Indexação 1.7 Gráficos perpétuos ou contínuos |
Lemos,
Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva,
2. Ed, São Paulo. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap. 1. |
| 2 - Teoria de Dow | |
| 2.1
Idéias Básicas 2.2 Tendência Primária, Secundária e Terciária 2.3 Regra da Confirmação 2.4 Importância do Volume |
ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 2. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 2, MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.1. |
| 3 - Conceito de Tendência | |
| 3.1
Definição, Direção e Força 3.2 Suporte e Resistência 3.3 Linhas de Tendência e Canais 3.4 Consolidação e Correção 3.5 Rompimento |
ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 3. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 4. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.2. |
| 4 - Figuras Gráficas | |
| 4.1
Padrões de Reversão e Continuidade 4.2 Padrões e Volume 4.3 Padrões e Objetivos de Preço 4.4 Ombro-Cabeça-Ombro (normal e invertido) 4.5 Topos e Fundos Duplos 4.6 Topos e Fundos Triplos 4.7 Triângulos (simétricos, ascendentes, descendentes) 4.8 Bandeiras, Flâmulas e Cunhas 4.9 Retângulos 4.10 Gaps, Ilha de Reversão |
ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 5. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 5. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.3. |
| 5 - Teoria das Ondas de Elliott | |
| 5.1
Princípios de Contagem das Ondas 5.2 Ondas Impulsivas/Corretivas 5.3 Números de Fibonacci: razões e correções |
Lemos,
Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva,
2. Ed, São Paulo, Cap. 6. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.2. |
| 6 - Padrões de Candlestick | |
| 6.1
Nomenclatura e Figuras básicas 6.2 Padrões de reversão altistas (Ex. Martelo, Envolvente de Alta, Grávida de Alta, ...) 6.3 Padrões de reversão baixistas (Ex. Enforcado, Nuvem Negra, Estrela Cadente, ...) 6.4 Padrões de continuidade (Ex. Método de Alta em 3, Método de Baixa em 3, ...) |
ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 4. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.4. Debastiani, Carlos Alberto. Candlestick. São Paulo, Novatec Editora, 2007, |
| 7 - Indicadores | |
| 7.1
Médias Móveis (Simples e Exponencial), Cruzamento, Bandas
de Bollinger 7.2 Conceito de Momentum, SobreCompra e SobreVenda, Divergência 7.3 Osciladores: Momento (ROC), Estocástico, IFR (Índice de Força Relativa), MACD (Linha e Histograma) 7.4 OBV (On Balance Volume) |
ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 6. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 7, 8, 9, 10, 11 e 12. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.5. |
| 8 - Gerenciamento de Risco | |
| 8.1
Fundamentos de Retorno x Risco 8.2 Definição de Objetivo e Stop (Suporte e Resistência, Fibonacci, indicadores, ...) 8.3 Stop Móvel |
ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 7. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 18.1. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.6. |
| 9 - Estratégias Operacionais | |
| 9.1
Seguidor de Tendência e Contra a Tendência 9.2 Estratégias de longo ("position"), médio ("swingtrade"), curto ("daytrade") e curtíssimo prazo ("scalper") 9.3 Combinação de diversas técnicas (formações gráficas, candlesticks, indicadores,...) |
ABE, Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec Editora, 2009, Cap. 7. |
| 10 - Trading Systems | |
| 10.1
Fundamentos dos Sistemas Mecânicos (Robôs) 10.2 Conceito de Otimização e Backtesting de Indicadores técnicos |
MATSURA,
Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a
edição), Cap.8. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 24. |
|
Programa
|
Bibliografia
meramente indicativa
|
| 1 - Legislação | Lei
nº 11.638 de 28/12/2007 e alterações posteriores Lei nº 6.385, de 7/12/1976 e alterações posteriores Lei Nº 10.303, de 31 de outubro de 2001 e alterações posteriores Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998 e posteriores |
| 2 - Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação |
| 3 - Código dos Processos da APIMEC Brasil. | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação |
| 4 - Resolução CVM nº 20 | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação |
| 5 - Instruções CVM sobre companhias abertas e Ofertas Públicas | Em especial CVM. Resolução 85/22, Resolução 160/22, Resolução 2/20, Resolução 160/22, Resolução 80/22, Resolução 160/22 e 161/22 |
| 6 - Governança Corporativa e Conselho de Administração. | GT Interagentes: Código Brasileiro de Governança Corporativa das Companhias Abertas |
| 7 - Princípios de IFRS, Pronunciamentos CPC | FIPECAFI.
Manual de Contabilidade Societária. 3ª ed. São Paulo:
Atlas, 2018 CPC. Pronunciamentos Técnicos. Disponível em www.cpc.org.br. IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes. Normas internacionais de Relatório Financeiro (IFRS). São Paulo: IBRACON, última edição. |
| 8 - Fundos de investimentos | CVM,
Resolução 175/22. CVM, Resolução 60/21. CVM, Resolução 21/21. |
|
Programa
|
Bibliografia
meramente indicativa
|
| 1 - Fundamentos da Análise Técnica | Lemos,
Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva,
2. Ed, São Paulo. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap. 1. |
| 2 - Teoria de Dow | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 2. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 2, MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.1. |
| 3 - Conceito de Tendência | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 3. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 4. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.2. |
| 4 - Figuras Gráficas | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 5. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 5. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.3. |
| 5 - Teoria das Ondas de Elliott | Lemos,
Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva,
2. Ed, São Paulo, Cap. 6. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.2. |
| 6 - Padrôes Candlestick | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 4. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.4. |
| 7 - Indicadores | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 4. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.4. Debastiani, Carlos Alberto. Candlestick. São Paulo, Novatec Editora, 2007. |
| 8 - Gerenciamento de Risco | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 7. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 18.1. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.6. |
| 9 - Estratégias Operacionais | ABE, Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec Editora, 2009, Cap. 7. |
| 10 - Trading Systems | MATSURA,
Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a
edição), Cap.8. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 24. |
|
LEGISLAÇÃO,
PRINCÍPIOS ÉTICOS E AUTORREGULAÇÃO DO ANALISTA
DE VALORES MOBILIÁRIOS
|
|
| 11 - Resolução CVM nº 20/2021 | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação >> Normativos |
| 12 - Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação |
| 13 - Código dos Processos da APIMEC Brasil | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação |
| 14 - Legislação | Lei
nº 11.638 de 28/12/2007 e alterações posteriores. Lei nº 6.385, de 7/12/1976 e alterações posteriores. Lei nº 10.303, de 31 de outubro de 2001 e alterações posteriores. Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998 e posteriores. |
|
Programa
|
Bibliografia
meramente indicativa
|
|
Conteúdo
Fundamentalista
|
|
| 1 - Modelos de Avaliação de Ações | |
| 1.1
Modelo de dividendo descontado. 1.2 Modelo de crescimento constante (modelo de Gordon). 1.3 Modelo de crescimento de 2 e 3 estágios. 1.4 Definição de fluxo de caixa da firma e fluxo de caixa do acionista. 1.5 Definição de lucro bruto, lucro operacional, LAIR, EBITDA, EBIT. 1.6 Avaliação por múltiplos. 1.7 Múltiplo preço/lucro. 1.8 Múltiplo preço/valor patrimonial. 1.9 Múltiplo preço/vendas. 1.10 Múltiplo valor da firma/EBITDA. 1.11 Taxa de retorno do acionista: utilização do modelo CAPM, prêmio de risco, prêmio de mercado, betas alavancado e desalavancado. 1.12 Custo médio ponderado do capital (WACC). 1.13 Benefício fiscal e efeito da alavancagem. 1.14 Crescimento do fluxo de caixa: ROA e ROC. 1.15 Modelos de fluxo de caixa descontado: utilização do fluxo de caixa da firma e do fluxo de caixa do acionista. 1.16 EVA, MVA e CFROI. |
ROSS,
S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JAFFE, J. F. Administração Financeira.
Atlas. Capítulos 5, 10, 11, 12, 15, 16 e referências. DAMODARAN, A. Avaliação de Investimentos. Capítulos 1 a 16. DAMODARAN, A. A Face Oculta da Avaliação. Capítulos 1 a 10. |
| 2 - Instruções CVM sobre companhias abertas e Ofertas Públicas | Em especial CVM. Resolução 85/22, 400 Resolução 160/22, 475 Resolução 2/20, 476 Resolução 160/22, 480 Resolução 80/22, 482 e alterações. Resolução 160/22 e 161/22. |
| 3 - Governança Corporativa e Conselho de Administração | GT Interagentes: Código Brasileiro de Governança Corporativa das Companhias Abertas |
| 4 - Questões ASG na Análise Fundamentalista | |
| 4.1
Identificação das questões ASG mais relevantes 4.2 Análise dos impactos sobre os ativos 4.2 Levantamento de informações ASG 4.4 Avaliação do impacto sobre as demonstrações financeiras 18.1.2.3 Integração sobre os modelos de valoração e tomada de decisão de investimento |
"TCFD.
Recommendations of the Task Force on Climate-Related Financial Disclosure.
2017(pág. V)" "IIRC. A estrutura internacional para Relato Integrado. 2014 (pág. 18 e 19)" BUOSI, Maria Eugenia. Integração ESG à análise fundamentalista de ativos in APIMEC & CVM Livro TOP Análise de Investimentos. Brasília: CVM, 2017. |
| 5 - Princípios de IFRS, Pronunciamentos CPC | Ernst
& Young, FIPECAFI. Manual de Normas internacionais de contabilidade:
IFRS versus normas brasileiras. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. MOURAD, Nabil Ahmad e PARASKEVOPOULOS, Alexandre. IFRS: introdução às normas internacionais de contabilidade. IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes. Normas internacionais de Relatório Financeiro (IFRS). São Paulo: IBRACON, última edição; |
| 6 - Fundos de investimentos | CVM, Resolução 175/2022 / CVM, Resolução 60/21 / CVM, Resolução 21/21. |
|
Conteúdo
Técnico
|
|
| 7 - Fundamentos da Análise Técnica | Lemos,
Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva,
2. Ed, São Paulo. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap. 1. |
| 8 - Teoria de Dow | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 2. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 2, MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.1. |
| 9 - Conceito de Tendência | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 3. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 4. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.2. |
| 10 - Figuras Gráficas | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 5. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 5. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.3. |
| 11 - Teoria das Ondas de Elliott | Lemos,
Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva,
2. Ed, São Paulo, Cap. 6. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.2. |
| 12 - Padrões Candlestick | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 4. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.4. Debastiani, Carlos Alberto. Candlestick. São Paulo, Novatec Editora, 2007. |
| 13 - Indicadores | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 4. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.4. Debastiani, Carlos Alberto. Candlestick. São Paulo, Novatec Editora, 2007. |
| 14 - Gerenciamento de Risco | ABE,
Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec
Editora, 2009, Cap. 7. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 18.1. MATSURA, Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a edição), Cap.6. |
| 15 - Estratégias Operacionais | ABE, Marcos. Manual de Análise Técnica. São Paulo, Novatec Editora, 2009, Cap. 7. |
| 16 - Trading Systems | MATSURA,
Eduardo. Comprar ou Vender? São Paulo, Editora Saraiva, 2013 (7a
edição), Cap.8. Lemos, Flavio. Análise Técnica dos Mercados Financeiro, Editora Saraiva, 2. Ed, São Paulo, Cap. 24. |
|
Legislação,
Princípios Éticos e Autorregulação do Analista
de Valores Mobiliários
|
|
| 17 - Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação |
| 18 - Código dos Processos da APIMEC Brasil | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação |
| 19 - Resolução CVM nº 20/2021 | www.apimecbrasil.com.br/ >> Autorregulação >> Normativos |
| 20 - Legislação | Lei
nº 11.638 de 28/12/2007 e alterações posteriores Lei nº 6.385, de 7/12/1976 e alterações posteriores Lei nº 10.303, de 31 de outubro de 2001 e alterações posteriores Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998 e posteriores |
Credenciamento de Analistas de Valores Mobiliários - Pessoa Natural
Resolução CVM nº 20/2021
1.
O que é?
Resolução da Comissão de Valores Mobiliários que
dispõe sobre a atividade do analista de valores mobiliários estabelecendo
as condições para o seu exercício.
2.
Qual é o seu objetivo?
Seu objetivo é regular a atividade do analista de valores mobiliários
de modo que aumente a confiança neste profissional, nos seus trabalhos,
nas decisões que se seguem com base em suas análises, nas instituições
empregadoras e, principalmente, nos mercados financeiro e de capitais no Brasil.
3.
Qual é a entidade credenciadora?
A APIMEC Brasil é a entidade credenciadora autorizada
pela CVM a receber, analisar e credenciar o analista de valores mobiliários.
4.
A quem se destina?
A todos aqueles que exerçam a atividade de análise de valores
mobiliários em caráter profissional, que consiste na elaboração
de relatórios de análise destinados à publicação,
divulgação ou distribuição a terceiros, ainda que
restrita a clientes.
5.
Como obter o credenciamento junto à APIMEC Brasil?
Para obter o Credenciamento de Analista de Valores Mobiliários é
necessário possuir o certificado CNPI, assinar o Termo de Adesão
aos Códigos de Conduta e de Processos da APIMEC, ao PEC - Programa de
Educação Continuada da APIMEC e ao Manual de Candidatura e Regulamento
da Certificação, enviar o documento assinado à APIMEC e
aguardar o recebimento da notificação de pagamento da taxa de
credenciamento.
A solicitação do CNPI e do credenciamento poderão ser feitos
simultaneamente.
O credenciamento é solicitado por meio do Portal APIMEC (www.apimecbrasil.com.br/
>> Certificação >> Sobre o CNPI).
6.
Como Licenciar-se ou cancelar o credenciamento na APIMEC Brasil?
O analista de valores mobiliários Credenciado que não esteja exercendo
a atividade de análise poderá licenciar-se ou cancelar o credenciamento
por meio de solicitação feita pelo Portal APIMEC (www.apimecbrasil.com.br/
>> Certificação >> Sobre o CNPI).
Associação dos Analistas
e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Brasil - APIMEC Brasil
Rua Líbero Badaró, 300, 2º andar
São Paulo, SP - 01008-000
Fones (11) 3107 1571